Já nos poemas com assinaturas do próprio Fernando Pessoa nota-se a retomada da tradição lírica portuguesa através do sensacionismo e do interseccionismo.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
"TUDO VALE A PENA SE A ALMA NÃO É PEQUENA", Provavelmente você já ouviu essa frase quando não estava muito animado, desconfiado de alguma coisa que talvez não valesse a pena ou até mesmo na mídia através de novelas e minisséries. Essa frase é do poema Mar Português do escritor Fernando Pessoa, em que familiares choraram diante da partida inevitável dos marinheiros rumo à aventura marítima.
Fernando Pessoa além de exímio escritor foi um criador de personalidades poéticas, escreveu em seu próprio nome e inventou vários heterônimos (nome que o autor empresta a um suposto autor de obras suas), dentre eles destacam três, como pode ser visto na figura acima, que ganharam completa independência e apresentaram até mesmo biografia, profissões e estilos próprios. Alberto Caeiro era considerado pelo próprio Pessoa como "o mestre", ele ensina que o verdadeiro entendimento do mundo se dá através dos sentidos em contato direto com as coisas. Ricardo Reis recorre ao Arcadismo para seguir essa mesma simplicidade e espontaneidade de Caeiro, onde ele apresentava a valorização da vida campestre. Álvaro de Campos já se coloca no lado oposto. É uma pessoa civilizada que vive seu tempo, tem entusiasmo pela máquina e multidões, contudo convive com a descrença do mundo moderno.
Já nos poemas com assinaturas do próprio Fernando Pessoa nota-se a retomada da tradição lírica portuguesa através do sensacionismo e do interseccionismo.
Já nos poemas com assinaturas do próprio Fernando Pessoa nota-se a retomada da tradição lírica portuguesa através do sensacionismo e do interseccionismo.
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